Depois do chumbo do pacote laboral, ministra defendeu PSU (opens original article in a new tab)
A ministra do Trabalho defendeu a proposta do Governo para a Prestação Social Única (PSU) após o chumbo do pacote laboral, reforçando a necessidade de trabalho social como condição para receber a prestação e justificando os critérios de acesso com base no património mobiliário. O Governo prevê poupança de 3,2 milhões de euros com a nova medida.
- Ministra do Trabalho defendeu a proposta do Governo para a Prestação Social Única (PSU) após o chumbo do pacote laboral
- A PSU inclui a condição de trabalho social para beneficiários com menos de 80% de incapacidade
- O Governo prevê poupança de 3,2 milhões de euros com a implementação da PSU
- A ministra rejeitou críticas sobre o uso do património mobiliário para definir critérios de acesso à PSU
- A secretária de Estado da Segurança Social justificou o limite de 30 IAS para o património dos beneficiários
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