Mesmo preso, mentor de fraudes na Fazenda contava com valor a receber da Fast Shop (opens original article in a new tab)
Artur Gomes da Silva Neto, preso novamente, mantinha documentos indicando interesses financeiros ligados a um esquema de fraudes tributárias e propinas na Secretaria da Fazenda, incluindo referências à Fast Shop e criptomoedas.
- Artur Gomes da Silva Neto, preso novamente, mantinha documentos indicando interesses financeiros ligados a esquema de fraudes tributárias.
- Referências a 'receber honorários da Fast Shop' e 'reativar empresas' foram encontradas nos documentos apreendidos.
- A Fast Shop foi multada em R$ 1,04 bilhão pelo governo de São Paulo por participação no esquema de propinas.
- Artur também mantinha registros sobre criptomoedas, incluindo 277 bitcoins avaliadas em mais de R$ 90 milhões.
- O juiz classificou Artur como o 'comandante do maior esquema de corrupção da história da Sefaz-SP'.
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