Vereador era elo entre política, transporte público e PCC, diz polícia (opens original article in a new tab)
A Operação Última Parada revelou esquema de lavagem de dinheiro do PCC através da Transunião, com envolvimento de vereador paulistano preso. A empresa recebeu R$ 300 milhões em 2025 e teve bens bloqueados e apreendidos. O caso começou com o homicídio de seu presidente em 2020.
- Vereador paulistano Senival Moura foi preso por suspeita de ligação com PCC e lavagem de dinheiro via empresa de ônibus Transunião.
- Investigação revelou que a Transunião recebeu R$ 300 milhões em recursos públicos em 2025 e teve bloqueio de R$ 194 milhões em contas e apreensão de bens.
- Homicídio de presidente da Transunião em 2020 foi o ponto de partida da investigação, que aponta disputas internas pelo controle financeiro da empresa.
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