Governo dos EUA volta a justificar árbitro barrado na Copa (opens original article in a new tab)
Governo dos EUA justificou a proibição de entrada do árbitro somali Omar Artan, alegando contato com indivíduos considerados ameaça à segurança nacional, apesar de não apresentar provas. Artan foi escalado para a Supercopa da Uefa.
- Diretor executivo da Casa Branca defendeu a decisão de barrar árbitro somali nos EUA
- Autoridades dos EUA alegam que árbitro manteve contato com indivíduos considerados ameaça à segurança nacional
- Árbitro foi escalado para apitar a Supercopa da Uefa após ser barrado na Copa do Mundo
- Funcionário do governo não apresentou provas públicas para sustentar as acusações
- O árbitro é o único não iraniano proibido de entrar nos EUA para o torneio
- Contatos monitorados envolviam planos em solo americano
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